Seaster promove formação sobre enfrentamento ao feminicídio

Enviado por adilla.figueiredo em Ter, 31/03/2026 - 12:43

Dando continuidade às ações voltadas à valorização, segurança e desenvolvimento profissional da mulher, a Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), realizou nesta segunda-feira (30), na Escola de Governança Pública do Estado do Pará (Egpa), a formação “Nenhuma a menos no Pará”. A iniciativa tem como objetivo o enfrentamento do feminicídio, reforçando o papel da política de assistência social na proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade.

O evento reuniu operadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas), profissionais da rede socioassistencial e demais interessados na temática, com o intuito de fortalecer estratégias preventivas e ampliar o debate sobre a violência de gênero no Estado.

“Essa roda de conversa teve como objetivo discutir um tema tão relevante, que é a violência contra a mulher. Houve debates, momentos reflexivos e a aproximação dos assistentes sociais com as populações em situação de vulnerabilidade, por meio do desenvolvimento de estratégias voltadas ao fortalecimento da política pública”, afirma Thayara Sarame, coordenadora de proteção social básica da Seaster.

A ação está alinhada à missão institucional de promover o desenvolvimento social com qualidade e efetividade, garantindo direitos especialmente aos grupos em situação de vulnerabilidade. A ação tem como foco ir além da questão financeira, abrangendo dimensões sociais e de proteção.

A formação também integra as ações de assessoramento e monitoramento realizadas pela Coordenadoria de Proteção Social Básica (Cpsb) junto aos 144 municípios paraenses. Por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), a política pública busca prevenir situações de risco social e fortalecer vínculos familiares e comunitários.

O momento representou um avanço no debate do feminicídio, tema que vem ganhando notoriedade com aumento de casos e mais desafios enfrentados no combate a esse tipo de violência contra a mulher.

A expectativa é que a formação contribua para a construção de mecanismos mais eficazes de prevenção e enfrentamento à violência, consolidando o compromisso do Estado com a proteção e garantia dos direitos das mulheres.

Texto de Matheus Gomes